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Brazil · arquivo

Copa do Brasil 2016

170 jogos
Quartas de final
SAN 2-1 INT · INT 2-0 SAN
ATL 1-0 JUV · JUV 1-0 ATL
GRE 2-1 PAL · PAL 1-1 GRE
COR 2-1 CRU · CRU 4-2 COR
Semifinais
INT 1-2 ATL · ATL 2-2 INT
CRU 0-2 GRE · GRE 0-0 CRU

Sem classificação disponível para esta temporada.

Quarta, 23 de novembro
20h4523/11
Estádio Governador Magalhães Pinto · Belo Horizonte, Minas Gerais
Quarta, 7 de dezembro
20h4507/12
Arena do Grêmio · Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
Marinho
Vitoria · ATT · 26a
443606
2
R. Ábila
Cruzeiro · ATT · 27a
754185
3
João Paulo
Ypiranga-RS · ATT · 31a
654915
4
L. Pratto
Atletico-MG · ATT · 28a
887204
5
André Luiz Barretto Silva Lima
Atletico Paranaense · ATT · 31a
754334
6
Roberto Nascimento dos Santos
Gama · ATT · 29a
665074
7
Aylon
Internacional · ATT · 24a
543614
8
Bruno General
Santa Cruz · ATT · 27a
554504
9
Ricardo de Oliveira
Santos · ATT · 36a
332704
10
Wallacer
Juventude · MID · 30a
1087483
11
Bruno Rodrigo Fenelon Palomo
Cruzeiro · DEF · 31a
1098123
12
Willian
Cruzeiro · ATT · 30a
855023
13
Pio
Fortaleza EC · MID · 28a
855073
14
Robinho
Atletico-MG · ATT · 32a
887093
15
Roberson
Juventude · ATT · 27a
776013
16
Douglas Grolli
Ponte Preta · DEF · 27a
776303
17
Magno Alves de Araújo
Fluminense · ATT · 40a
612033
18
Pedro Rocha
Gremio · ATT · 22a
664073
19
Neilton
Botafogo · ATT · 22a
654403
20
Robinho
Cruzeiro · MID · 29a
664963
AssistênciasTop 18
#JogadorJTitMinGRatA
1
Allano
Cruzeiro · FOR · 21a
21
2
Andrade Rodrigo
Chapecoense-sc · MID · 28a
11
3
Ronaldo Mendes
Santos · MID · 24a
11
4
Esquerdinha
Nautico Recife · MID · 27a
11
5
Jaílson
Gremio · MID · 21a
50
6
Eduardo Bauermann
Internacional · DEF · 20a
20
7
David Braz
Santos · DEF · 29a
20
8
Fabiano
Palmeiras · DEF · 25a
20
9
Baiano Neto
CRB · FOR · 34a
20
10
Cláudio Winck
Chapecoense-sc · DEF · 22a
20
11
Manoel
Cruzeiro · DEF · 26a
10
12
Wallace
Gremio · DEF · 29a
10
13
Henrique
Ypiranga-RS · DEF · 25a
10
14
Lucas Gomes Vieira
Santa Cruz · MID · 20a
10
15
Vitor Hugo
Palmeiras · DEF · 25a
10
16
Gustavo Henrique
Santos · DEF · 23a
10
17
Gilberto
Sao Paulo · FOR · 27a
10
18
Marlon
Criciuma · DEF · 19a
10
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
Paulo Luiz Beraldo Santos
Santos · ATT · 28a
6434104
2
Rodrigo Oliveira de Bittencourt
Vasco DA Gama · MID · 33a
4327004
3
Bruno Silva
Botafogo · MID · 30a
7647903
4
Fernando Lombardi
Paysandu · DEF · 34a
5544003
5
Pedrão
Gama · DEF · 30a
4435603
6
Jean Irmer
Parana · MID · 22a
3320603
7
Rafael Carioca
Atletico-MG · MID · 27a
7647803
8
L. Romero
Cruzeiro · MID · 22a
7656803
9
Marcelo Grohe
Gremio · GOA · 29a
7763003
10
Madson
Vasco DA Gama · DEF · 24a
6542103
11
João Paulo
Ypiranga-RS · ATT · 31a
6549103
12
Jerffeson Recife
Botafogo PB · DEF · 23a
6650403
13
Osman
America Mineiro · ATT · 24a
5539103
14
Ricardo Capanema
Paysandu · MID · 31a
5544703
15
Diego Negretti
Ypiranga-RS · DEF · 29a
5545003
16
Diego Gonçalves
Portuguesa · ATT · 22a
4221803
17
Muller Fernandes
Botafogo PB · ATT · 27a
4430803
18
Richardson
Ceara · MID · 25a
4434503
19
Lucas Batatinha
Operario-PR · ATT · 26a
3322503
20
Renan
Galvez · DEF · 23a
3324403
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
W. Kannemann
Gremio · DEF · 25a
8872021
2
Rodrigo Baldasso da Costa
Vasco DA Gama · DEF · 36a
6654021
3
Alison
Santos · MID · 23a
2216121
4
Wanderley de Jesus Sousa
Santa Cruz · MID · 30a
2218021
5
Frickson Rafael Erazo Vivero
Atletico-MG · DEF · 28a
7755111
6
Vina
Atletico Paranaense · MID · 25a
4329011
7
A. Allione
Palmeiras · MID · 22a
3219911
8
Paulão
Internacional · DEF · 30a
3327011
9
Cláudio Winck
Chapecoense-sc · DEF · 22a
211
10
Allano
Cruzeiro · FOR · 21a
211
11
Marco Antônio de Mattos Filho
Fluminense · MID · 30a
219011
12
Lessandro
Santos AP · MID · 32a
2216111
13
Thalles Lima de Conceição Penha
Vasco DA Gama · ATT · 21a
7229401
14
Leonardo Renan Simões de Lacerda
Cruzeiro · DEF · 28a
7758601
15
André Luiz Tavares
Vasco DA Gama · MID · 33a
7762701
16
Everson
Ceara · GOA · 26a
5544501
17
Tiago Cametá
Ceara · DEF · 24a
4431301
18
Rodolfo
Ferroviária · GOA · 25a
3321101
19
Guilherme Gimenez de Souza
Chapecoense-sc · DEF · 21a
3321801
20
Airton Júnior
Parauapebas · DEF · 27a
2210601

A Copa do Brasil de 2016, em sua 28ª edição (Wikipédia), ficou marcada por um desfecho que transcendeu o esporte. Entre março e dezembro, o torneio revelou campanhas sólidas, um artilheiro dominante da primeira fase e uma final que precisou ser disputada em meio a um cenário de profunda comoção nacional. Ao fim, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense ergueu a taça, superando o Atlético Mineiro e conquistando o título (Wikipédia).

Visão Geral da Competição

A edição 2016 da Copa do Brasil reuniu clubes de todas as regiões do país, seguindo o formato mata-mata que caracteriza o torneio desde sua criação. A competição foi iniciada em 16 de março e encerrada em 7 de dezembro (Wikipédia), com uma duração que reflete o extenso calendário do futebol brasileiro e a quantidade de equipes participantes — desde representantes de divisões inferiores, que ingressam nas primeiras fases, até os grandes clubes do cenário nacional, que entram em estágios mais avançados.

Ao longo dos meses, o torneio cumpriu seu papel tradicional de promover o encontro entre realidades distintas do futebol nacional, oferecendo palco tanto para clubes do interior quanto para agremiações de expressão histórica. O encerramento da competição, porém, foi ensombrecido pela tragédia aérea que vitimou grande parte do plantel da Chapecoense em novembro de 2016 (Wikipédia), evento que levou ao adiamento da final, numa demonstração de respeito ao luto que tomou conta do futebol brasileiro e mundial.

O Campeão e a Final

O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense sagrou-se campeão da 28ª edição da Copa do Brasil (Wikipédia), derrotando o Atlético Mineiro na decisão. A conquista reafirmou o clube gaúcho como uma das potências do futebol nacional, capaz de reunir consistência e repertório técnico ao longo de uma campanha mata-mata exigente.

O Atlético Mineiro chegou à final respaldado por uma campanha de fôlego ao longo do torneio. O centroavante L. Pratto foi um dos jogadores mais participativos do clube na competição, anotando 4 gols em 8 jogos disputados — o que o coloca entre os artilheiros gerais da edição e evidencia a regularidade ofensiva do time mineiro no percurso até a decisão.

A final em si teve seu cronograma alterado em razão da tragédia com o voo da Chapecoense (Wikipédia), clube que havia conquistado vaga na final da Copa Sul-Americana. O respeito ao momento levou as autoridades do futebol brasileiro a postergar os jogos decisivos, e a partida que encerrou o torneio acabou acontecendo em 7 de dezembro (Wikipédia). O Grêmio saiu vitorioso e encerrou a temporada com um título de peso no currículo.

Destaques e Clubes de Maior Campanha

Além do campeão e do vice, outros clubes protagonizaram trajetos relevantes na Copa do Brasil 2016. O Cruzeiro aparece com destaque nos dados individuais: R. Ábila foi um dos artilheiros mais produtivos do torneio, com 5 gols em 7 jogos, apontando para uma campanha longa e com bom desempenho ofensivo da equipe mineira. O clube também teve a presença de Allano entre os registros da competição, ainda que com passagem curta.

O Santos percorreu seis partidas na competição, acumulando dados de disciplina relevantes — Paulo Luiz Beraldo Santos liderou o ranking de cartões amarelos com 4 advertências em 6 jogos, indicando um percurso intenso pelo torneio. O Vasco da Gama também teve participação expressiva, com Rodrigo Oliveira de Bittencourt igualando a marca de 4 amarelos, desta vez em apenas 4 partidas.

O Grêmio, além do título, aparece nos dados com W. Kannemann como o jogador com maior número de cartões vermelhos no torneio — 1 expulsão em 8 jogos — ao lado de 2 amarelos, sinalizando uma campanha extensa e competitiva do defensor uruguaio. Jaílson, goleiro do clube gaúcho, também figurou nos registros, com 5 partidas disputadas sem gols sofridos anotados individualmente, o que sugere participação ativa nas fases eliminatórias.

O Athletico Paranaense teve André Luiz Barretto Silva Lima como destaque ofensivo, com 4 gols em 7 jogos, números que indicam uma participação consistente do clube paranaense. O Botafogo chegou às quartas de final com Bruno Silva acumulando 3 cartões amarelos em 7 partidas, demonstrando presença nas fases avançadas do torneio.

A Fase Inicial e os Confrontos das Primeiras Rodadas

As fases iniciais da Copa do Brasil 2016 foram marcadas pelo encontro entre clubes de diferentes divisões, característica que define o torneio e lhe confere apelo nacional. Uma das marcas mais expressivas das primeiras rodadas foi a goleada do Londrina sobre o Parauapebas, pelo placar de 6 a 0, em 6 de abril (Wikipédia). O resultado ilustra o abismo técnico que pode existir entre participantes das primeiras fases, mas também a importância de o torneio abrir espaço para representantes de todo o Brasil, independentemente da divisão em que atuam.

O Ypiranga-RS foi outro clube que chamou atenção nas fases iniciais. João Paulo, atacante da equipe gaúcha, encerrou a competição como o terceiro maior artilheiro, com 5 gols em apenas 6 jogos. Trata-se de um rendimento notável para um clube de menor expressão nacional, que aproveitou o espaço da Copa do Brasil para projetar seus jogadores e demonstrar organização tática suficiente para converter oportunidades em fase de mata-mata.

O Vitória da Bahia também iniciou com força: Marinho, seu atacante, foi o jogador mais eficiente nas primeiras fases, marcando 6 gols em apenas 4 partidas — uma média de 1,5 gol por jogo. O clube baiano, no entanto, encerrou sua participação cedo no torneio, o que explica o baixo número de partidas do artilheiro.

Artilharia e Destaques Individuais

A artilharia da Copa do Brasil 2016 ficou com Marinho, do Vitória, que anotou 6 gols ao longo de sua participação no torneio (Wikipédia). O número é ainda mais expressivo quando contextualizado: o atacante baiano atingiu essa marca em somente 4 partidas, o que resulta em uma eficiência raramente vista no torneio. Com apenas 1 cartão amarelo e nenhuma expulsão, Marinho conciliou produtividade e equilíbrio disciplinar.

  • Marinho (Vitória) — 6 gols em 4 jogos (1,50 gol/jogo) | 1 amarelo
  • R. Ábila (Cruzeiro) — 5 gols em 7 jogos (0,71 gol/jogo) | 2 amarelos
  • João Paulo (Ypiranga-RS) — 5 gols em 6 jogos (0,83 gol/jogo) | 3 amarelos
  • L. Pratto (Atlético-MG) — 4 gols em 8 jogos (0,50 gol/jogo) | 1 amarelo
  • André Luiz Barretto Silva Lima (Athletico-PR) — 4 gols em 7 jogos (0,57 gol/jogo) | 1 amarelo

A comparação entre Marinho e os demais artilheiros evidencia um domínio absoluto em eficiência. R. Ábila, segundo colocado, precisou de quase o dobro de partidas para igualar em número um desempenho que o Vitória não conseguiu prolongar ao longo do torneio. João Paulo, pelo Ypiranga-RS, apresentou o segundo melhor aproveitamento entre os cinco primeiros colocados, com 0,83 gol por jogo, num desempenho que honrou o clube gaúcho.

No quesito disciplina, a Copa do Brasil 2016 gerou situações de interesse estatístico. Paulo Luiz Beraldo Santos, do Santos, e Rodrigo Oliveira de Bittencourt, do Vasco da Gama, lideraram o ranking de advertências com 4 cartões amarelos cada. Em relação aos cartões vermelhos, W. Kannemann (Grêmio) e Rodrigo Baldasso da Costa (Vasco da Gama) lideraram com uma expulsão cada, sendo que o defensor do Grêmio acumulou essa marca em 8 partidas — o que reflete a extensão da campanha do clube gaúcho rumo ao título.

Números e Curiosidades

A edição 2016 da Copa do Brasil oferece alguns recortes numéricos que merecem destaque:

  • A maior goleada registrada na competição foi Londrina 6–0 Parauapebas, em 6 de abril, na primeira fase (Wikipédia).
  • Marinho, do Vitória, encerrou o torneio com média de 1,5 gol por partida — a melhor entre todos os artilheiros com ao menos 4 gols marcados.
  • L. Pratto, do Atlético Mineiro, foi o jogador com mais partidas entre os cinco maiores artilheiros (8 jogos), o que reflete o caminho longo percorrido pelo vice-campeão.
  • W. Kannemann, do Grêmio, também disputou 8 partidas, confirmando a jornada extensa do campeão ao longo do mata-mata.
  • A competição foi encerrada em 7 de dezembro (Wikipédia), com a final sendo adiada em virtude da tragédia que ceifou vidas do futebol catarinense — um fato que marcou para sempre esta edição do torneio.
  • A 28ª edição reuniu clubes do Pará (Parauapebas), Rio Grande do Sul (Ypiranga-RS, Grêmio), Bahia (Vitória), Minas Gerais (Cruzeiro, Atlético-MG), entre outros, evidenciando o alcance geográfico da competição.

A Copa do Brasil de 2016 foi, portanto, uma edição de contrastes: estatisticamente rica em desempenhos individuais expressivos, competitiva nas fases avançadas com o duelo entre dois gigantes na final, e inevitavelmente marcada por um acontecimento que ultrapassou as fronteiras do esporte. O título do Grêmio ficará registrado não apenas como conquista esportiva, mas como o desfecho de uma temporada que o futebol brasileiro jamais esquecerá.

18+. Dados estatísticos com fins informativos. Jogue com responsabilidade. Em caso de dependência ligue 188 (CVV).
Última atualização: sex 12/jun 15:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF