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Eliminatórias CONMEBOL 2022

90 jogosCampeão: BrazilRebaixados: Chile · Paraguay · Bolivia · Venezuela
#TimeJVEDSGPtsForma
1 Brazil171430+3545VVVEE
2 Argentina171160+1939EVVVE
3 Uruguay18846+028VVVVD
4 Ecuador18756+826EDEEV
5 Peru18738-324VDEVV
6 Colombia18585+123VVDDE
7 Chile18549-719DDVDD
8 Paraguay18378-1416DVDDE
9 Bolivia184311-1915DDDDV
10 Venezuela183114-2010DDDVD
Domingo, 5 de setembro
18h0005/09
Estadio Rodrigo Paz Delgado · Quito
19h0005/09
Estadio Campeón del Siglo · Montevideo
19h0005/09
Estadio Defensores del Chaco · Asunción
Segunda, 6 de setembro
22h0005/09
Estadio Nacional de Lima
Quinta, 22 de setembro
21h0021/09
Estadio Jornalista Mário Filho · Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
M. Moreno
Bolivia · ATT · 35a
1616140647/2349%27.25110
2
Neymar
Brazil · ATT · 30a
101090033/2164%48.4788
3
L. Suárez
Uruguay · ATT · 35a
1412110732/1753%57.118
4
Lautaro Martínez
Argentina · ATT · 25a
1414106128/1657%07.1437
5
L. Messi
Argentina · ATT · 35a
1514127439/2359%27.737
6
A. Sánchez
Chile · ATT · 34a
1514121226/1454%07.6636
7
M. Estrada
Ecuador · ATT · 26a
1711104326/1246%06.8426
8
Richarlison
Brazil · ATT · 25a
8653211/982%07.396
9
C. Cueva
Peru · MID · 31a
1715121516/744%07.1225
10
G. de Arrascaeta
Uruguay · MID · 28a
8755312/758%17.5915
11
S. Rondón
Venezuela · ATT · 33a
6651314/857%07.254
12
E. Valencia
Ecuador · FOR · 33a
121076515/640%16.7814
13
A. Vidal
Chile · MID · 35a
1313107817/1059%16.854
14
M. Borja
Colombia · ATT · 29a
9438612/758%17.094
15
Á. Romero
Paraguay · ATT · 30a
1511105415/747%26.9534
16
J. Arce
Bolivia · MID · 37a
12119078/788%07.1763
17
G. Plata
Ecuador · ATT · 22a
16788511/655%06.8023
18
Raphinha
Brazil · ATT · 26a
7542214/857%07.2023
19
Lucas Paquetá
Brazil · MID · 25a
141195917/741%07.2213
20
A. Carrillo
Peru · MID · 31a
1414119018/844%06.9113
AssistênciasTop 20
#JogadorJTitMinGRatA
1
Neymar
Brazil · ATT · 30a
101090088.478
2
J. Arce
Bolivia · MID · 37a
121190737.176
3
G. Lo Celso
Argentina · MID · 26a
11978407.335
4
M. Caicedo
Ecuador · MID · 21a
1515131227.084
5
R. De Paul
Argentina · MID · 28a
1616128117.284
6
Lautaro Martínez
Argentina · ATT · 25a
1414106177.143
7
A. Sánchez
Chile · ATT · 34a
1514121267.663
8
Á. Romero
Paraguay · ATT · 30a
1511105446.953
9
Á. Mena
Ecuador · ATT · 34a
1513108726.953
10
M. Isla
Chile · DEF · 34a
1615135916.883
11
J. Cuadrado
Colombia · MID · 34a
1616138317.313
12
Bruno Guimarães
Brazil · MID · 25a
6217317.163
13
Y. Soteldo
Venezuela · MID · 25a
10868816.843
14
A. Espínola
Paraguay · DEF · 31a
6429106.903
15
M. Estrada
Ecuador · ATT · 26a
1711104366.842
16
C. Cueva
Peru · MID · 31a
1715121557.122
17
G. Plata
Ecuador · ATT · 22a
16788536.802
18
Raphinha
Brazil · ATT · 26a
7542237.202
19
Marquinhos
Brazil · DEF · 28a
1414118227.162
20
L. Paredes
Argentina · MID · 28a
1414114017.142
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
T. Rincón
Venezuela · MID · 34a
1515124806
2
R. Bentancur
Uruguay · MID · 25a
1616123506
3
J. Alonso
Paraguay · DEF · 29a
1414116606
4
E. Pulgar
Chile · MID · 28a
1212100506
5
G. Gómez
Paraguay · DEF · 29a
1414126005
6
M. Trauco
Peru · DEF · 30a
1212102105
7
M. Caicedo
Ecuador · MID · 21a
1515131205
8
N. Otamendi
Argentina · DEF · 34a
1515133305
9
C. Gonzáles
Peru · MID · 30a
13565105
10
E. Valencia
Ecuador · FOR · 33a
121076505
11
A. Cubas
Paraguay · MID · 26a
5537904
12
J. Cuadrado
Colombia · MID · 34a
1616138304
13
M. Villasanti
Paraguay · MID · 25a
1512105604
14
L. Paredes
Argentina · MID · 28a
1414114004
15
M. Almirón
Paraguay · MID · 28a
1313114304
16
G. Medel
Chile · DEF · 35a
1313114404
17
J. Lerma
Colombia · MID · 28a
11970304
18
R. Hernández
Venezuela · DEF · 25a
11980204
19
G. Maripán
Chile · DEF · 28a
111199004
20
O. González
Venezuela · DEF · 30a
101090004
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
C. Algarañaz
Bolivia · ATT · 26a
5222811
2
L. Justiniano
Bolivia · MID · 30a
121195131
3
A. Vidal
Chile · MID · 35a
1313107821
4
Alexander Domínguez Carabalí
Ecuador · GOA · 35a
101082521
5
H. Vaca
Bolivia · ATT · 24a
9542721
6
E. Cavani
Uruguay · ATT · 35a
9546611
7
C. Zambrano
Peru · DEF · 33a
8760211
8
D. Muñoz
Colombia · DEF · 26a
7439211
9
A. Martínez
Venezuela · DEF · 29a
4327711
10
J. Sornoza
Ecuador · MID · 28a
3213601
11
C. Cáceda
Peru · GOA · 31a
00001
12
T. Rincón
Venezuela · MID · 34a
151512486
13
G. Gómez
Paraguay · DEF · 29a
141412605
14
M. Trauco
Peru · DEF · 30a
121210215
15
A. Cubas
Paraguay · MID · 26a
553794
16
G. Plata
Ecuador · ATT · 22a
1678853
17
O. Alderete
Paraguay · DEF · 26a
865393
18
Y. Mina
Colombia · DEF · 28a
887203
19
C. Aránguiz
Chile · MID · 33a
131210262
20
Emerson Royal
Brazil · DEF · 23a
321231

As Eliminatórias CONMEBOL para a Copa do Mundo de 2022 ficaram marcadas como um ciclo histórico: disputado ao longo de três anos civis — 2020, 2021 e 2022 —, com profundas interferências da pandemia de COVID-19, o torneio reuniu dez seleções sul-americanas em 89 partidas, produziu 223 gols e entregou ao Brasil uma campanha de dominância sem precedentes recentes no continente. A retrospectiva a seguir detalha, com base nos números da competição, como cada seleção escreveu seu capítulo nesta longa e atípica jornada rumo ao Mundial do Catar.

Uma temporada em três anos: o contexto da competição

O sorteio dos emparelhamentos foi realizado em 17 de dezembro de 2019, em Luque, no Paraguai (Wikipédia). Poucos meses depois, a pandemia de COVID-19 forçou o adiamento das rodadas iniciais, originalmente previstas para março de 2020, para outubro do mesmo ano. A quinta e a sexta rodadas também sofreram novo adiamento, em março de 2021, por restrições de viagens impostas por diferentes países (Wikipédia). Ao todo, a competição distribuiu suas 18 rodadas da seguinte forma: quatro disputadas em 2020, dez em 2021 e as quatro finais em 2022 (Wikipédia). A vaga de repescagem intercontinental — destinada ao quinto colocado — foi decidida em jogo único, em campo neutro, no dia 13 de junho de 2022 (Wikipédia).

No total, as 89 partidas produziram 223 gols, a uma média de 2,51 por jogo — ritmo que sinaliza um torneio com volume ofensivo consistente, ainda que sem excessos. O formato de pontos corridos, com todos os dez times em uma única chave, garantiu que cada resultado tivesse impacto direto em toda a tabela, do líder ao lanterninha.

O campeão: Brasil de ponta a ponta

O Brasil encerrou a fase classificatória na primeira posição com 45 pontos em 17 jogos disputados — a única seleção do torneio a terminar a fase sem uma derrota sequer. Foram 14 vitórias, três empates e nenhuma derrota, números que isolam a campanha verde-amarela em uma categoria própria. O aproveitamento de pontos chegou a 88,2%, distância sideral em relação ao segundo colocado.

O ataque brasileiro foi o mais produtivo da competição, com 40 gols marcados — a melhor marca ofensiva do torneio. A defesa, igualmente, foi a mais sólida: apenas cinco gols sofridos em 17 partidas, uma média de 0,29 gols por jogo. O saldo resultante, de +35, ilustra com clareza o domínio exercido sobre os adversários. A maior goleada de toda a competição pertence justamente ao Brasil: 5 a 0 sobre a Bolívia, em partida disputada em 9 de outubro de 2020 (Wikipédia).

Com seis pontos de vantagem sobre a Argentina ao fim da classificação — e um jogo a menos disputado —, o Brasil não apenas liderou a tabela com folga, mas o fez sem jamais ceder uma partida aos rivais, algo que raríssimas seleções conseguem ao longo de um ciclo tão extenso e exigente.

Argentina: vice invicta, mas a distância pesou

A Argentina terminou na segunda posição com 39 pontos, também invicta: 11 vitórias e seis empates em 17 jogos. O aproveitamento de 76,5% seria suficiente para liderar qualquer outra eliminatória continental — o problema foi dividir o espaço com um Brasil que simplesmente não perdeu. O ataque argentino marcou 27 gols, com saldo positivo de +19, e a defesa cedeu apenas oito tentos, o segundo melhor desempenho defensivo da competição.

A campanha albiceleste foi sustentada por coletividade e consistência. Individualmente, Lautaro Martínez apareceu com sete gols e três assistências em 14 jogos, enquanto L. Messi também chegou a sete gols em 15 partidas. A dupla somou, portanto, 14 dos 27 gols argentinos. O meio-campo contribuiu com G. Lo Celso (cinco assistências em 11 jogos) e R. De Paul (quatro assistências em 16 partidas), construindo um conjunto que classificou com conforto, mas que não encontrou resposta para o ritmo imposto pelo Brasil.

A briga pelo G4: Uruguai e Equador garantem vagas

Com quatro vagas diretas para a Copa do Mundo distribuídas para as seleções colocadas entre 1º e 4º, e uma quinta vaga destinada à repescagem intercontinental, a luta pelo acesso foi decidida em meio a uma zona intermediária bastante competitiva.

O Uruguai terminou em terceiro com 28 pontos: oito vitórias, quatro empates e seis derrotas em 18 jogos. O saldo de gols foi exatamente zero — 22 marcados e 22 sofridos —, retrato de uma campanha equilibrada, sem excessos ofensivos nem fragilidades defensivas crônicas. L. Suárez contribuiu com oito gols em 14 jogos, dividindo a artilharia geral com Neymar.

O Equador fechou o G4 na quarta posição, com 26 pontos — apenas dois a menos que o Uruguai. Foram sete vitórias, cinco empates e seis derrotas, com 27 gols marcados e 19 sofridos, saldo de +8. A seleção equatoriana teve em M. Caicedo um dos jogadores mais participativos da competição: quatro assistências em 15 jogos, com dois gols marcados, embora também acumulando cinco cartões amarelos — o maior número entre os líderes de assistências. O Equador protagonizou ainda a segunda maior goleada do torneio: 6 a 1 sobre a Colômbia, em 17 de novembro de 2020 (Wikipédia).

Peru e Colômbia ficaram de fora do G4, mas próximos o suficiente para acirrar o debate até as rodadas finais. O Peru terminou em quinto com 24 pontos (sete vitórias, três empates, oito derrotas) e disputou a repescagem intercontinental. A Colômbia encerrou em sexto com 23 pontos — um a menos que o Peru —, acumulando oito empates em 18 partidas, sinal de uma campanha irregular, com dificuldade em converter domínios em vitórias.

A zona de rebaixamento: Chile, Paraguai, Bolívia e Venezuela

As seleções posicionadas entre o 7º e o 10º lugar compuseram o grupo das que ficaram fora de qualquer rota para o Mundial. Nos termos práticos das Eliminatórias sul-americanas, o "rebaixamento" implica ausência da Copa e, em alguns casos, da repescagem.

O Chile, em sétimo com 19 pontos, teve campanha de altos e baixos: cinco vitórias, quatro empates e nove derrotas, com saldo de -7. A. Vidal somou quatro gols em 13 jogos, mas também acumulou dois amarelos e um vermelho. E. Pulgar foi o chileno com maior número de cartões amarelos: seis em 12 partidas, o que o coloca entre os mais advertidos de toda a competição.

O Paraguai encerrou em oitavo com 16 pontos — apenas três a menos que o Chile —, com apenas 12 gols marcados em 18 jogos, o pior ataque entre todos os dez participantes. Foram três vitórias, sete empates e oito derrotas. J. Alonso e G. Gómez foram os mais advertidos pelos árbitros pela seleção guarani: seis e cinco cartões amarelos, respectivamente.

A Bolívia terminou em nono, com 15 pontos: quatro vitórias, três empates e 11 derrotas. O ataque marcou 23 gols, mas a defesa sofreu 42 — a pior da competição —, resultando em saldo de -19. Curiosamente, foi justamente da Bolívia que saiu o artilheiro individual do torneio.

A Venezuela fechou a tabela em décimo e último, com apenas dez pontos em 18 jogos: três vitórias, um empate e 14 derrotas. Com saldo de -20 e apenas 14 gols marcados, a seleção venezuelana teve em T. Rincón seu jogador mais disciplinarmente acionado, com seis cartões amarelos em 15 partidas.

Artilharia e destaques individuais

O artilheiro da competição foi M. Moreno, da Bolívia, com dez gols em 16 jogos — número que destoa da posição modesta de sua seleção na tabela (Wikipédia). Moreno chegou ao dobro de gols em relação ao quarto artilheiro, uma dominância numérica que raramente se vê em torneios sul-americanos de alto nível. Ele ainda somou uma assistência e levou dois cartões amarelos, mantendo perfil técnico acima das dificuldades coletivas bolivianas.

Na segunda posição da artilharia, Neymar e L. Suárez empataram com oito gols cada. O brasileiro, porém, se destacou por uma dupla contribuição única: oito gols e oito assistências em apenas dez jogos — a melhor marca de assistências de toda a competição. Em dez partidas, Neymar esteve diretamente envolvido em 16 gols do Brasil, número que contextualiza sua importância para a campanha verde-amarela. O volume de participações diretas em gols por jogo disputado (1,6) não tem paralelo nos dados disponíveis.

  • Artilheiros: M. Moreno (Bolívia) — 10 gols | Neymar (Brasil) e L. Suárez (Uruguai) — 8 gols | Lautaro Martínez (Argentina) e L. Messi (Argentina) — 7 gols
  • Assistências: Neymar (Brasil) — 8 | J. Arce (Bolívia) — 6 | G. Lo Celso (Argentina) — 5 | M. Caicedo (Equador) e R. De Paul (Argentina) — 4
  • Cartões amarelos (líderes): T. Rincón (Venezuela), R. Bentancur (Uruguai), J. Alonso (Paraguai) e E. Pulgar (Chile) — todos com 6 amarelos
  • Cartões vermelhos: C. Algarañaz, L. Justiniano e H. Vaca (Bolívia), além de A. Vidal (Chile) e Alexander Domínguez Carabalí (Equador) — cada um com 1 vermelho

J. Arce, da Bolívia, merece menção à parte: seis assistências em 12 jogos, somadas a três gols, tornaram-no o atleta boliviano com maior participação criativa no torneio, em contraste com a campanha sofrida de sua seleção. R. Bentancur, do Uruguai, acumulou seis amarelos em 16 jogos e ainda contribuiu com um gol, sendo um dos jogadores mais acionados pelo árbitro na competição.

Números e curiosidades da temporada

Além da narrativa esportiva, a competição deixou uma série de marcas numéricas que merecem registro:

  • Brasil e Argentina foram as únicas seleções a encerrar a fase sem nenhuma derrota. Nenhuma outra seleção do torneio conseguiu manter o invicto.
  • O Brasil teve aproveitamento de 88,2% — o maior da competição —, enquanto a Argentina registrou 76,5%. O terceiro colocado, Uruguai, ficou em 51,9%, evidenciando o abismo entre as duas primeiras e o restante do pelotão.
  • A diferença de pontos entre o primeiro (Brasil, 45) e o último (Venezuela, 10) chegou a 35 pontos — número que coincide exatamente com o saldo de gols do Brasil.
  • O melhor ataque (Brasil, 40 gols) marcou mais do que o somatório de Paraguai (12) e Venezuela (14) juntos (26 gols).
  • A Bolívia sofreu 42 gols — mais do que qualquer outra seleção —, sendo também a mais vazada em termos absolutos, apesar de ter produzido o artilheiro individual do torneio.
  • Entre os cinco maiores assistentes da competição, três eram argentinos (Neymar, Lo Celso e De Paul), o que confirma a organização coletiva da Albiceleste.
  • A maior goleada do torneio foi Brasil 5 a 0 Bolívia, em outubro de 2020; a segunda maior, Equador 6 a 1 Colômbia, em novembro de 2020 (Wikipédia).
  • A média de 2,51 gols por jogo, ao longo de 89 partidas e 223 gols, coloca o torneio em patamar ofensivo acima da maioria dos ciclos sul-americanos recentes.

As Eliminatórias CONMEBOL para 2022 ficam registradas como um ciclo de dominância brasileira sem concessões, com uma Argentina também consistente e invicta a ocupar o segundo posto, enquanto Uruguai e Equador garantiram suas vagas com eficiência. No plano individual, M. Moreno e Neymar definiram os extremos da narrativa: o boliviano, artilheiro solitário de uma campanha coletiva fracassada; o brasileiro, motor de uma seleção que só conheceu a vitória.

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Última atualização: sex 12/jun 15:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF