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Brasileirão Série D 2016

266 jogos
Quartas de final
ITU 1-2 CSA · CSA 1-0 ITU
MOT 2-2 ATL · ATL 1-2 MOT
FLU 2-3 VOL · VOL 2-1 FLU
AO 0-1 SAO · SAO 2-0 AO
Semifinais
CSA 2-0 SAO · SAO 1-0 CSA
MOT 1-1 VOL · VOL 3-1 MOT

Sem classificação disponível para esta temporada.

Domingo, 25 de setembro
19h0025/09
Estádio Rei Pelé (Maceió, Alagoas)
Domingo, 2 de outubro
21h0001/10
Estádio General Sílvio Raulino de Oliveira (Volta Redonda, Rio de Janeiro)
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
Manoel
Altos · ATT · 27a
101090010
2
Cleyton
CSA · MID · 26a
131311268
3
Careca
Atlético Acreano · MID · 21a
1086807
4
Eduardo
Atlético Acreano · MID · 27a
10108447
5
Rafael Granja
Fluminense De Feira · MID · 32a
10108837
6
Dija Baiano
Volta Redonda · ATT · 26a
11119466
7
Gênesis Fernandes de Andrade
Altos · ATT · 25a
1096546
8
Gustavinho
Internacional SC · ATT · 23a
1077466
9
David Batista
Volta Redonda · ATT · 27a
10107956
10
Eltinho
J. Malucelli · DEF · 29a
10108686
11
Robemar
Náutico RR · ATT · 32a
776306
12
Rafael Barros
Atlético Acreano · ATT · 25a
11118905
13
Welington Simião
Ituano · MID · 29a
11119615
14
Gilvan
Ceilândia · ATT · 23a
10108845
15
Jerinha
Princesa Solimões · ATT · 27a
986465
16
Marcão
Ituano · FOR · 22a
986835
17
Willian da Silva Lima
Ceilândia · MID · 28a
997835
18
Augusto
Parnahyba · ATT · 25a
865865
19
Thiago Humberto Gomes
Linense · MID · 31a
887205
20
Bilau
Sao Raimundo PA · ATT · 26a
733855
Assistências
Sem dados.
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
Leandro Domingos de Melo
Sao Bento · MID · 30a
111185607
2
Panda
CSA · MID · 32a
101090006
3
Guly
Ituano · ATT · 35a
9970505
4
Renato Antonio Justi
Anápolis · DEF · 29a
8872005
5
Leandro Rosa de Souza
CSA · DEF · 30a
1515132305
6
João Cleriston Reis Pires
Volta Redonda · MID · 22a
1212106805
7
Janilson Vieira Juca
AO Itabaiana · DEF · 30a
111197005
8
Celso Moraes
Altos · DEF · 37a
9973705
9
Cristian Lucca
Internacional SC · DEF · 26a
9981005
10
Geovane
Aparecidense · DEF · 27a
7760505
11
Luís Gustavo
Volta Redonda · DEF · 27a
121180404
12
Luis Gustavo Lopes Santos
Volta Redonda · DEF · 27a
121180404
13
Igor Maranhão
Fluminense De Feira · MID · 26a
101085004
14
Rafael Granja
Fluminense De Feira · MID · 32a
101088304
15
Igor Henrique
Ituano · MID · 25a
9866304
16
Oliveira
Internacional SC · DEF · 25a
8862804
17
Leandro Bulhões
Anápolis · MID · 25a
7763004
18
Rodrigo Archangelo de Matos
Murici Fc · DEF · 33a
5545004
19
Jonatas Paulino da Silva Inacio
CSA · ATT · 31a
1515127504
20
Osmar Coelho Claudiano
Volta Redonda · DEF · 34a
1515135004
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
Naylhor
Ituano · DEF · 29a
9976132
2
Rodrigo da Conceição Santos
Linense · DEF · 23a
7757412
3
Arnaldo
Ituano · DEF · 24a
101084521
4
Victor Guilherme
Uniao Trabalhadores · DEF · 22a
7538621
5
Leomir Lucena
Globo · MID · 26a
8871831
6
Luan Menegaz de Oliveira
Uniao Trabalhadores · DEF · 24a
7760831
7
Jackinha
Sao Raimundo PA · DEF · 25a
6646131
8
Johnny Dias
Sete De Dourados · MID · 23a
6650731
9
Fernando Celso
Sete De Dourados · GOA · 32a
6653531
10
Kallyl
Palmas · MID · 21a
4429831
11
Juninho
Baré · MID · 29a
4430531
12
Rafael dos Santos Lacerda
Caxias · DEF · 32a
4434431
13
Aleílson
Sao Francisco · ATT · 31a
4435231
14
Marcão
Ituano · FOR · 22a
9868321
15
Marcelo dos Santos
Internacional SC · MID · 41a
9979621
16
Ângelo
Globo · DEF · 33a
8870421
17
Thiago Humberto Gomes
Linense · MID · 31a
8872021
18
Bernardo Benjamin Costa de Almeida
Águia de Marabá · DEF · 27a
7756821
19
Cleyton
Brusque · DEF · 27a
7758521
20
Rafael Carrilho
Sao Jose · MID · 21a
5532621

O Volta Redonda escreveu um capítulo inédito em sua história ao sagrar-se campeão do Brasileirão Série D 2016, conquistando o primeiro título nacional da agremiação fluminense de forma invicta (Wikipédia). A edição foi também a maior da história da competição em número de participantes, reunindo 68 equipes de todas as regiões do país, e encerrou com quatro clubes garantindo o acesso à Série C de 2017: Volta Redonda, CSA, São Bento e Moto Club (Wikipédia). Entre goleadas históricas, artilheiros dominantes e disputas acirradas por todo o Brasil, a Série D 2016 consolidou-se como uma das edições mais ricas da quarta divisão nacional.

O Campeão e a Final

O Volta Redonda chegou ao título sem conhecer uma derrota sequer ao longo de toda a campanha — feito notável em um torneio de tal amplitude e diversidade de adversários (Wikipédia). A decisão diante do CSA foi decidida com autoridade. No jogo de ida, disputado em Maceió, as equipes ficaram no empate por 0 a 0, mantendo a definição da taça em aberto. No duelo de volta, porém, o Esquadrão de Aço fluminense não deu margem a qualquer dúvida e aplicou uma goleada de 4 a 0, encerrando a final com placar agregado de 4 a 0 favorável (Wikipédia). A campanha impecável do Volta Redonda representou não apenas um título inédito, mas a afirmação de um projeto esportivo capaz de superar o longo caminho que vai do primeiro ao último jogo de uma competição desta envergadura.

O vice-campeão CSA, representante de Alagoas, também garantiu seu acesso à Série C ao terminar a temporada entre os dois finalistas. O clube alagoano contou com contribuições relevantes ao longo do torneio, como se verá nos dados individuais, e fez jus à sua presença na grande decisão.

Acesso e Clubes de Maior Campanha

Além de Volta Redonda e CSA, outros dois clubes conquistaram o direito de disputar a Série C em 2017: São Bento, de Sorocaba, e Moto Club, do Maranhão (Wikipédia). Os quatro promovidos representaram diferentes regiões do país — Sudeste, Nordeste e Norte/Centro-Oeste —, reforçando o caráter nacional da competição e a diversidade geográfica que a Série D proporciona.

O São Bento, que ficou entre os promovidos, teve um dos campanhas mais equilibradas em termos disciplinares, chegando a figurar entre as melhores defesas da edição, com apenas 1 gol sofrido registrado entre os destaques defensivos (Wikipédia). O Moto Club, por sua vez, representou a força do futebol maranhense e encerrou a temporada entre os quatro melhores do país na quarta divisão.

A Fase de Grupos e o Contexto da Competição

A edição de 2016 da Série D foi disputada com 68 equipes, a maior expansão do torneio até então (Wikipédia). O formato combinava fases de grupos com eliminatórias em mata-mata, exigindo consistência ao longo de uma longa jornada. A presença de clubes de todas as regiões do Brasil garantiu confrontos entre equipes de realidades e tradições completamente distintas, o que tornava cada fase um desafio renovado.

Os dados da fase de grupos revelam a presença de equipes de grande expressão regional, como Ituano (SP), CSA (AL), Altos (PI), Atlético Acreano (AC), Fluminense de Feira (BA), São Bento (SP), Anápolis (GO), Linense (SP), Globo (RN), entre outros. A diversidade de estados representados ilustra o alcance nacional da quarta divisão e a importância do torneio para o desenvolvimento do futebol brasileiro fora dos grandes centros.

O Atlético Acreano chamou atenção não apenas pelos gols marcados por seus jogadores, mas também pela goleada histórica que impôs ao Náutico-RR: 8 a 0, realizada no Estádio Florestão, em Rio Branco, em 7 de agosto, durante a segunda fase (Wikipédia). O resultado ficou registrado como o maior placar da edição e um dos mais expressivos da história recente da Série D.

Artilharia e Destaques Individuais

O posto de artilheiro da Série D 2016 ficou com Manoel, do Altos, clube piauiense que se destacou ofensivamente ao longo da competição. O centroavante marcou 10 gols em apenas 10 jogos disputados, uma média de 1 gol por partida — índice que demonstra eficiência técnica acima da média para uma competição deste nível. Ainda mais notável é o fato de que Manoel não recebeu nenhum cartão amarelo em toda a campanha, somando disciplina impecável à produtividade ofensiva (Wikipédia). O Altos, por sua vez, terminou a edição com o melhor ataque entre todos os participantes, com 22 gols marcados (Wikipédia).

  • Manoel (Altos): 10 gols em 10 jogos — artilheiro da competição, sem cartões
  • Cleyton (CSA): 8 gols em 13 jogos — segundo maior artilheiro, 1 cartão amarelo
  • Careca (Atlético Acreano): 7 gols em 10 jogos — sem cartões
  • Eduardo (Atlético Acreano): 7 gols em 10 jogos — 4 cartões amarelos
  • Rafael Granja (Fluminense de Feira): 7 gols em 10 jogos — 4 cartões amarelos

O Atlético Acreano merece destaque especial no quesito ofensivo: dois de seus jogadores figuraram entre os cinco maiores artilheiros da edição, Careca e Eduardo, ambos com 7 gols em 10 partidas. A dupla foi peça central na goleada de 8 a 0 sobre o Náutico-RR, o maior resultado da competição. Já o CSA viu em Cleyton seu principal homem de gol, com 8 tentos em 13 jogos — presença ofensiva que contribuiu para que o clube chegasse até a final.

A distância entre o artilheiro Manoel e o segundo colocado Cleyton foi de dois gols (10 contra 8), o que representa uma liderança confortável, ainda mais considerando que Cleyton disputou 13 jogos frente aos 10 de Manoel. A média de Manoel (1,00 gol por jogo) supera a de Cleyton (0,62) de forma expressiva, confirmando o domínio do atacante do Altos entre os finalizadores da edição.

Disciplina: Cartões e Comportamento em Campo

O aspecto disciplinar também oferece uma leitura interessante sobre a edição. O jogador com mais cartões amarelos na competição foi Leandro Domingos de Melo, do São Bento, com 7 amarelos em 11 jogos disputados — o único a ultrapassar a marca de 6 advertências. O Ituano, clube de Itu (SP), teve dois dos cinco jogadores com mais cartões vermelhos: Naylhor, que acumulou 2 expulsões e 3 amarelos em 9 jogos, e Arnaldo, com 1 vermelho e 2 amarelos em 10 partidas.

  • Mais amarelos: Leandro Domingos de Melo (São Bento) — 7 cartões em 11 jogos
  • Mais vermelhos: Naylhor (Ituano) e Rodrigo da Conceição Santos (Linense) — 2 expulsões cada
  • Panda (CSA): 6 amarelos em 10 jogos — destaque negativo no meio-campo alagoano

O Ituano, ao figurar com dois jogadores entre os mais expulsos, revelou uma campanha marcada por tensões disciplinares, o que pode ter pesado em determinados momentos ao longo das eliminatórias. Já o CSA, apesar de ter chegado à final, teve em Panda um atleta que acumulou 6 cartões amarelos em 10 partidas — uma média elevada que exigiu atenção da comissão técnica ao longo da temporada.

Números e Curiosidades

A edição de 2016 ficou marcada por algumas marcas e curiosidades que merecem registro:

  • O Volta Redonda conquistou o título de forma invicta, tornando-se campeão nacional pela primeira vez em sua história (Wikipédia).
  • A edição reuniu 68 equipes, a maior expansão da Série D até aquele momento (Wikipédia).
  • A goleada de 8 a 0 aplicada pelo Atlético Acreano sobre o Náutico-RR, no Estádio Florestão em Rio Branco, no dia 7 de agosto, foi o maior placar da competição (Wikipédia).
  • Três equipes terminaram a edição com apenas 1 gol sofrido, empatando como melhores defesas do torneio: Caldense, São Bento e Volta Redonda (Wikipédia). O fato de o campeão figurar neste grupo reforça a solidez defensiva como pilar do título fluminense.
  • O Altos registrou o melhor ataque da competição com 22 gols marcados (Wikipédia), mesmo sem ter avançado à final.
  • Manoel, artilheiro, disputou apenas 10 jogos e terminou a temporada sem nenhum cartão — uma combinação de rendimento e equilíbrio raramente vista entre os principais pontuadores de um torneio tão disputado.
  • A final foi decidida com placar agregado de 4 a 0, com o Volta Redonda vencendo por 4 a 0 em casa após empate sem gols fora (Wikipédia).

A Série D 2016 entregou ao futebol brasileiro um campeão inédito, uma final de alto nível, artilheiros de diferentes regiões e recordes que reforçam o valor da quarta divisão como celeiro de revelações e palco de histórias genuínas. O Volta Redonda deixou a edição com um troféu, uma campanha imaculada e um legado que marca o clube para sempre na história do futebol nacional.

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Última atualização: sex 12/jun 15:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF